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Luiza
luiza@primal.net
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npub1n4st260vuvdsdev4tjm6t80fesld26dvv93ndvvkcah3lqfax7hqse4mvu, my lovely sister-in-law, "haters gonna hate". Don't feed the trolls, harassers, slanderers, psychos, and Nazis. God will always be with you, even if you don't believe it, protecting you from all evil. I love you! 💜 🙏🏻 Eu usei o Nostr como um diário público e aberto por quase 3 meses. Da mesma forma, usei o Twitter por mais de 10 anos, de janeiro de 2014 a junho de 2024, chegando a ter pouco mais de 400 mil seguidores à época. Bio arquivada: 26 anos, Cristã, conservadora, temente a Deus e completamente submissa a todas as vontades e desejos do meu futuro marido, o homem honrado que o Senhor reserva para mim. Efésios 5:22-23 🙏🏻
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Luiza 1 year ago
Às vezes, eu fico pensando se a minha vida seria muito diferente se eu fosse baladeira, saísse para beber, conhecer gente nova e tal. Talvez seria uma vida mais divertida, porém certamente mais arriscada e distante de Deus. Também acho que eu não teria o mesmo êxito profissional que tenho hoje, o mesmo foco de crescer profissionalmente. De qualquer forma, eu não seria eu, já que sempre fui caseira, Cristã e nunca gostei de beber, eu estaria vivendo uma vida que não é minha.
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Luiza 1 year ago
A pior parte de morar sozinha é ter de resolver tudo sozinha. O meu chuveiro tá dando choque e a lâmpada da área de serviço queimou - eu até tenho uma escada, mas mesmo subindo nela eu não consigo alcançar o bocal. 🥺 🥺 🥺
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Luiza 1 year ago
A mulher que reclama ao ficar menstruada não é digna de ser mulher. Todos os meses, eu sinto-me abençoada ao ser lembrada por Deus de que posso gerar outra vida dentro de mim.
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Luiza 1 year ago
Esse serviço de pagamentos do WhatsApp é um fiasco. Nunca vi ninguém usar esse troço.
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Luiza 1 year ago
Gente, acabei de assistir a um documentário incrível na Netflix, mas ele também está disponível gratuitamente no YouTube (deixarei o link a seguir). Olha, meninos, só tenho uma coisa a dizer: este é o MELHOR documentário que eu já assisti em toda a minha vida, sem exagero algum! Chorei durante toda a sessão, até mesmo na parte final dos créditos. Vale muito a pena ver, a duração dele é de 1 hora e 22 minutos. O documentário chama-se "Elena", e é dirigido por Petra Costa - que, além de ser a irmã mais nova de Elena, também é cineasta. Elena foi uma menina que cometeu suicídio aos 19 anos, enquanto morava em Nova York tentando a carreira de atriz. * Mas atenção: Petra, Elena e sua família possuem visões ideológicas diferentes às nossas, eles são de esquerda e já foram, inclusive, filiados ao PCdoB. Mas por favor, esqueçam esse detalhe, okay!? - não vamos misturar as coisas, afinal o filme não é sobre política, mas sim sobre a efemeridade da vida, que tanto afeta todos nós! Atentem-se apenas à beleza da obra, à toda sua sutilidade e, claro, emocionem-se sem moderação com a história de Elena, assim como eu me emocionei. Boa sessão!
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Luiza 1 year ago
AVISO: nota para mim mesma / Diário pessoal, okay!? / Contém "femininices" nada interessantes para homens. Por que amar dói tanto, hein? Ontem, no dia dos namorados, o meu ex me fez uma chamada de vídeo pelo WhatsApp. O meu coração, que já estava bem quietinho e tranquilo, voltou a bater tão forte quanto antes. E sim, com direito a "borboletas no estômago" e tudo mais! No entanto, se há algo que me chama atenção no amor, é que, pelo menos pra mim, AMAR DÓI! Me dá vontade de chorar, de fazer qualquer coisa pela pessoa, entende? Ao mesmo tempo em que é um sentimento que me faz sentir viva, também é um sentimento que me machuca e me faz sofrer, literalmente falando. O amor me deixa muito mais sensível, quase como se eu estivesse em um estado depressivo. Esse sentimento, inclusive, me atrapalha, me tira o foco do trabalho. Quando eu era adolescente, pensava que eu sentia esse sofrimento todo porque eu ainda era muito nova e, consequentemente, não sabia lidar com as minhas próprias emoções. Mas o fato é que, hoje, já sou uma mulher adulta, de 26 anos, ocupando cargo de gerência e me comportando feito uma adolescente apaixonada pelo primeiro namoradinho da escola. Que raiva, pqp! Eu gostaria de amar de boa, sabe!? Sem essa dor no peito, sem esse nó na garganta, sem essa vontade de chorar. Sem esse sofrimento que me deixa tão vulnerável, sem esse sentimento que me tira o foco das coisas.
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Luiza 1 year ago
Alguém sabe me dizer se o conteúdo publicado aqui no Nostr (seja por meio de clientes ou retransmitidos por relays) é indexado pelos mecanismos de pesquisa da web, como o Google, por exemplo? Trabalho numa empresa cujos diretores são esquerdistas, então tenho um certo receio de publicar as minhas opiniões aqui e, algumas delas, acabarem sendo exibidas nos resultados de pesquisa da web, como o Google, por exemplo. Sei que uma opção para contornar esse possível problema seria usar um perfil anônimo, isto é, sem foto de perfil e com um nome fake qualquer, mas eu não me sentiria confortável em fazer isso. Agradeço aos que souberem responder.