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Curioso vendo curiosidades.
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Ancapstein 2 weeks ago
Estava aqui analisando alguns dados e parei para pensar na viabilidade real dessa transição forçada para os carros elétricos que tanto ouvimos por aí. À primeira vista, parece a solução mágica para o planeta, mas quando a gente sai da propaganda e entra na matemática e na logística, a conta simplesmente não fecha. Para a gente ter uma dimensão do tamanho do problema, vamos usar a cidade de São Paulo como exemplo. O Tamanho da Frota A cidade de São Paulo tem hoje, aproximadamente, 6 milhões de automóveis leves. Se a gente pegar 1/3 dessa frota e transformar em carros 100% elétricos (BEV), estamos falando de 2 milhões de veículos. O Impacto da Extração de Minérios Para fabricar a bateria de apenas um carro elétrico médio, é necessária uma quantidade absurda de materiais como lítio, cobalto, níquel e cobre. Estima-se que, para obter os cerca de 200kg a 400kg de minerais refinados para uma única bateria, seja necessário remover e processar cerca de 250 toneladas de terra e rocha. Agora, multiplique isso pelos 2 milhões de carros em SP: Total de minério removido: 500 milhões de toneladas. Logística: Para você visualizar, um vagão de trem de carga carrega cerca de 100 toneladas. Seriam necessários 5 milhões de vagões. Isso formaria um trem tão longo que daria várias voltas na Terra. É uma destruição ambiental massiva e centralizada em minas (muitas vezes com mão de obra análoga à escravidão em países pobres) apenas para alimentar a narrativa da "energia limpa". O Colapso da Rede Elétrica Aqui é onde o planejamento central estatal costuma falhar miseravelmente. Se 1/3 desses carros (cerca de 666 mil veículos) resolverem carregar ao mesmo tempo à noite (o que é o cenário real), teríamos um problema gigante. Considerando um carregamento residencial médio de 7 kW por carro: Demanda instantânea: Cerca de 4.662 MW (Megawatts). Déficit: Para se ter ideia, isso é quase o dobro da capacidade de geração de toda a Usina de Angra 2. Para suprir especificamente essa demanda extra de 1/3 da frota paulistana, precisaríamos de, aproximadamente, 4 a 5 usinas nucleares de médio porte operando exclusivamente para os carros. Onde o Estado vai conseguir recursos e tempo para construir isso sem destruir a economia ou aumentar impostos de forma abusiva? Conclusão O grande problema é que essas pautas são frequentemente empurradas por agendas de esquerda e movimentos coletivistas que adoram o controle estatal sobre o deslocamento individual. Eles tentam vender uma "salvação" que, na prática, cria uma dependência energética brutal e um custo ambiental escondido. No fim das contas, a liberdade de ir e vir acaba ficando refém de uma rede elétrica centralizada e de subsídios que saem do bolso de quem nem sequer tem carro. image
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Ancapstein 2 weeks ago
A arrecadação de impostos no Brasil atingiu patamares que beiram o absurdo. No ano passado, fechamos com a marca histórica de R$ 3,98 trilhões retirados do bolso de quem realmente produz. É um volume de dinheiro difícil até de imaginar, mas fácil de ver para onde não está indo. Enquanto as estradas continuam esburacadas e a segurança é piada, o estado se mostra um mestre em "desaparecer" com recursos ou direcioná-los para finalidades, no mínimo, questionáveis. Para termos uma ideia da dimensão do descaso, basta olhar para escândalos recentes como o do Banco Master, que sofreu liquidação pelo Banco Central após um colapso envolvendo fraudes e rombos bilionários. Estima-se que as irregularidades e a fabricação de ativos falsos tenham movimentado cifras na casa dos R$ 12 bilhões. O que esse dinheiro construiria? Se pegarmos apenas esse "buraco" do Banco Master e somarmos aos desvios recorrentes, poderíamos transformar o país: Rodovias: Seria possível pavimentar e sinalizar mais de 2.500 km de rodovias de alto padrão (considerando o custo médio de R$ 4,5 milhões por km). Saúde: Daria para construir e equipar cerca de 80 hospitais regionais de grande porte. Saneamento: Quase 4 milhões de pessoas poderiam passar a ter acesso a tratamento de esgoto e água encanada. O destino final: Ideologia e Caos Mas o dinheiro não fica parado. Historicamente, vemos o estado brasileiro servindo de banco para ditaduras e movimentos de esquerda ao redor do mundo. Venezuela e Cuba, por exemplo, acumulam dívidas que ultrapassam os R$ 15 bilhões com o Brasil — dinheiro que foi para financiar metrôs em Caracas e portos em Mariel enquanto nossas cidades sofrem. O comunismo e esses regimes autoritários agem como buracos negros: sugam a riqueza alheia para manter aparelhos de repressão e controle, nunca para gerar prosperidade. O mais grave é a suspeita recorrente de que parte desse fluxo financeiro, por meio de lavagem de dinheiro e triangulações com países como Rússia e China, acabe alimentando indiretamente a infraestrutura de grupos extremistas. Quando o controle sobre o dinheiro público é frouxo e a ideologia de esquerda comanda a caneta, o contribuinte brasileiro vira, sem querer, o maior financiador de causas que destroem a liberdade e a segurança global. No fim do dia, fica a lição: quanto mais dinheiro na mão de políticos e burocratas, menos ele serve ao cidadão e mais ele alimenta o caos. image
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Ancapstein 2 weeks ago
Pra fazer parte desse programa a pessoa tem que ser um asno. E para assistir?
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Ancapstein 2 weeks ago
Comunista filho da uma puta. Desgraçada!
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Ancapstein 2 weeks ago
A Lei Complementar nº 214/2025 formalizou essa alteração, determinando que contratos de aluguel com duração inferior a 90 dias são equiparados a serviços de hospedagem, como os oferecidos por hotéis e pousadas. Consequentemente, essas atividades estarão sujeitas ao IBS e à CBS. Para pessoas físicas, a carga tributária total em um aluguel de R$ 10 mil pode atingir cerca de 44%. Já para pessoas jurídicas enquadradas no lucro presumido, a carga pode ser de aproximadamente 27%. Sabe onde isso impacta diretamente? Adeus AirBnb. image
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Ancapstein 2 weeks ago
Uma bala bem colocada resolve esse problema facilmente.