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Curioso vendo curiosidades.
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Ancapstein 1 month ago
O que está acontecendo no Irã agora é o exemplo perfeito do que acontece quando o Estado perde qualquer pudor e resolve tratar a população como propriedade privada do governo. A situação escalou de uma crise econômica para um verdadeiro cenário de guerra interna, onde o regime teocrático está cometendo crimes hediondos para garantir que o poder não escape de suas mãos. A raiz do problema, como sempre, é o controle centralizado. O governo decidiu cortar subsídios básicos, o que fez o preço da comida disparar e a inflação passar dos 40%. Em vez de deixar as pessoas buscarem suas próprias soluções ou abrir o mercado, o regime agiu como qualquer ditadura de esquerda ou regime comunista: ignorou a miséria do povo e focou em manter a máquina estatal funcionando e financiando grupos terroristas no exterior. Quando o povo foi para a rua reclamar do custo de vida, a resposta foi o chumbo. Para se manterem no topo, os clérigos e a Guarda Revolucionária estão usando táticas que lembram os piores momentos da história soviética. Eles cortaram a internet em todo o país — um blecaute digital para que o mundo não veja os massacres em tempo real — e estão usando tecnologia de reconhecimento facial para perseguir mulheres e ativistas. O mais revoltante é que agora eles anunciaram "julgamentos rápidos", que nada mais são do que sentenças de morte assinadas em minutos. Jovens estão sendo executados apenas por estarem presentes nos protestos. É aquele velho roteiro: o Estado se infla, cria uma casta de burocratas e religiosos que vivem às custas do suor alheio e, quando o sistema inevitavelmente quebra por causa da própria incompetência, eles usam a força bruta para punir quem ousa pedir liberdade. No fim das contas, seja sob a desculpa da religião ou da "justiça social" dos movimentos de esquerda, o resultado é o mesmo: o indivíduo sendo esmagado por um poder centralizado e violento que não aceita ser questionado.